Ana Mascarenhas nasceu em Lisboa no dia 28
de Julho de 1969. Trabalha há mais de 25 anos na área das Tecnologias de
Informação e Comunicação. Empreendedora na área da gestão hoteleira abraçou um
projeto ao qual dedicou, também, parte do seu tempo. No entanto, a sua formação
académica pauta-se pela área das Letras. Licenciada em Estudos Portugueses e
Lusófonos com Minor em Estudos Literários e Artísticos e com uma Pós-Graduação
em Gestão de Empresas dedica-se, igualmente, à escrita, leitura e agora muito
recentemente, também à fotografia.
Na década de 90 participou ativamente para
a já extinta revista “Cérebro”, escrevendo artigos sobre Software de Gestão.
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Por convite publicou três livros escritos
em prosa poética e poesia narrativa e um romance interventivo:
§ O
primeiro intitulado “Louca Sensatez”
reflete a sensualidade e o erotismo feminino, foi publicado em 2009 pela Editorial100 através da chancela Torre de Gente.
§ O
segundo intitulado “Em Carne Viva”
reflete o crescimento da pessoa na sociedade e, foi publicado um ano depois,
2010, igualmente, pela Torre de Gente.
§ O
terceiro intitulado “Vazios da Escrita”
representa o crescimento interior da pessoa. Um livro prefaciado pelo escritor,
filósofo, ensaísta e professor Miguel Real. Este último foi publicado em 2011
pela chancela da EdiumEditores.
§ O
quarto intitulado "Silêncio
Denunciado" denuncia os males da sociedade e foi publicado em 2012
novamente pela chancela da Torre de Gente.
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Em Maio de 2011 participou no III Encontro de Escritores Lusófonos, um
evento promovido pela Câmara Municipal de Odivelas.
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Também em Maio, mas no ano 2012 participa
no programa televiso da TVL “Conversando”.
Um programa sobre Cultura Portuguesa. O tema abordado foi a literatura como
forma de intervenção…
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Igualmente em Maio de 2012 participa no
programa cultural de Jaime de Carvalho da RDP Internacional.
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Uma vez mais em Maio de 2012 publica sob a
chancela Torre de Gente o seu
primeiro romance. Um romance interventivo intitulado “Silêncio Denunciado”. Não se trata de um romance cor-de-rosa,
pois, retrata os vários males que habitam nas várias sociedades de um mundo que
se diz globalizado. Reflete temas tão atuais como cruciais. Mutilação genital,
violação, tráfico de órgãos humanos, minas terrestres, barrigas de aluguer,
infanticídio feminino na China, lapidação e muitos outros temas que se dizem
fazer parte das várias culturas de vários povos, são os principais ingredientes
que marcam esta nova faceta da sua vida literária. Digamos que, trata-se de um
manifesto que denuncia práticas abusivas das várias sociedades.
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Em Outubro de 2015 participa no
programa cultural de Carlos Pinto Costa na RDS Lisboa para apresentar o seu
próximo Livro "Os Limites do Mal".
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Em Abril de 2016 lança a sua primeira
autobiografia. O seu quinto livro reflete uma parte da sua vida e,
infelizmente, reflete também a vida de muitas outras Mulheres, a violência
doméstica. Intitulado "Os Limites do mal..." é lançado na FNAC Vasco
da Gama pela chancela da Lua de Marfim.
O seu cunho pessoal distingue-se na forma
como escreve, sendo que, a primeira pessoa é o fator primordial.
Independentemente do género a que se refere, seja poesia narrativa, prosa
poética, romance, tese, ensaio ou reflexão, a escrita pauta-se sempre na
primeira pessoa do singular. Digamos que se trata de uma roupagem diferente no
modelo literário.
No âmbito da fotografia, digamos que a sua
paixão começou em Março de 2015 quando um grupo de amigos a convidaram para
fazer parte de um projeto intitulado “VêSó”. Este projeto dedica-se a
fotografar os musseques de Angola, para criar um registo fotográfico para que
as gerações vindouras percebam como viviam as gerações anteriores, uma vez que,
espera-se que a curto, médio prazo estes musseques venham a extinguir-se dando
uma melhor e maior qualidade de vida ao povo angolano.
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Em Dezembro 2015 – Participa na exposição -
Projeto VêSó - com duas fotografias
de sua autoria na Floresta do Kinaxixi em Luanda.
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Em Abril 2016 – Participa na exposição –
Projeto Áfricas – com 7 fotografias de sua autoria na prestigiosa Estação Cabo
Branco Ciência Cultura & Artes, obra prima de Óscar Niemeyer em João
Pessoa, capital da Paraíba, nordeste do Brasil.
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Em Junho 2016 Ganha o Prémio VEA – Vivre en Angola, ficando em 3ºlugar no Concurso de Fotografia lançado pela prestigiada
petrolífera Total.
3ª Lugar - Prémio VEA - Vivre en Angola
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Em Novembro 2017 lança o seu primeiro
livro de fotografia, será o seu sexto livro e o seu primeiro desafio a nível da
imagem. Um livro publicado pela chancela da Ômega que reflete a vida e os costumes
de um povo e de uma realidade bem diferente a que estamos acostumados a ver, os
Musseques de Angola.
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Em conjunto com o lançamento expõe cerca
de 20 obras fotográficas na “Casa de Angola” em Lisboa.
Algumas das fotos expostas
Continuando no âmbito da literatura,
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Em Março de 2018, participa com 4 poemas
numa coletânea de poesia de poetas portugueses em Língua Portuguesa, intitulado
OPUS, pela chancela Temas Originais.



